Arquivo de Negociar Dívidas

Certidão Negativa

Agora, para atender as manifestações de diversos clientes em todo Brasil, a SOS Dívidas criou um Departamento para providenciar Certidão Negativa de diversos órgãos e cartórios nos quatro cantos do país.

Certidão Negativa, descrição das certidões:

Certidão de Averbação de Divórcio, Certidão de Casamento (2ª via), Certidão de Distribuições Criminais, Certidão de Falência e Concordata, Certidão de Matrícula Atualizada, Certidão de Negativa do IPTU, Certidão de Pacto Antenupcial (2ª via), Certidão de Tutela e Curatela (Interdição), Certidão Quinzenária, Certidão Trintenária, Certidão Vintenária, Certidão do Contrato Social, Distribuições de Inventário/Arrolamento/Testamento, Distribuidor Cível, Executivos Fiscais, Certidão Inteiro Teor – Casamento, Certidão Justiça do Trabalho, Certidão da Justiça Federal, Certidão de Nascimento (2ª via), Certidão de Negativa de Protesto, Certidão de Óbito (2ª via), Certidão de Obj, entre outras.

Se você está precisando de uma dessas ou de qualquer outra certidão negativa, ou certidão positiva, ou ainda certidão narrativa em qualquer cidade do Brasil, nos envie email ou ligue para nossos contatos abaixo que atenderemos com a maior presteza, rapidez  e pelo menor preço do mercado.

Certidão negativa em qualquer cartório do Brasil agora é com SOS Dívidas que atendendo as solicitações dos seus clientes criou o departamento exclusivamente para esta finalidade.

Certidão Negativa com rapidez em qualquer cartório de qualquer município do Brasil é com a SOS Dívidas.

Nosso email: sosemanuel.es@gmail.com ou soscomercial@sosdividas.com.br

Nosso telefone: 71-92342277 – Tim ou 71-99499075 – Vivo

Nosso skype – sosemanuel

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Como Ser um Excelente Consultor de Dívidas

O ano de 2015 está começando e muitos procuram por uma mudança de carreira. E, triste como isso pode parecer, o campo está bom para os consultores de dívidas. Afinal, uma significativa parcela da população brasileira está inadimplente e a maioria não sabe como sair desta situação sozinha.

Assim, um profissional bem treinado na arte de salvar as finanças pessoais (ou até corporativas) é sempre bem vindo.

Mas como se tornar um consultor de dívidas? E, mais importante, como se tornar um excelente consultor de dívidas? Vamos apresentar algumas dicas essenciais abaixo.

Conheça seu trabalho

Em primeiro lugar, é preciso ter 100% de consciência do seu papel. Como “consultor de dívidas” é um trabalho relativamente recente, muitas pessoas ainda não têm clareza do papel desempenhado por este profissional. Ele não é um advogado, nem um contador, nem um financista – embora seu trabalho envolva aspectos dos três ou mais, pode também ser o MÉDICO OU O PSICOLOGO DAS DÍVIDAS…

Como consultor de dívidas, você deverá analisar as finanças de seus clientes, verificar onde estão e quais são as falhas no orçamento, negociar os débitos e garantir que ele fique com contas que é capaz de pagar, no final. Ou seja, a responsabilidade não é pouca, além dos motivos que levam as pessoas e empresas a se endividarem…

Cursos Existentes

Atualmente, existem poucos cursos para atuar como consultor de dívidas.

O principal deles e único disponível online é o Curso EAD do SOS Dívidas através de vídeo aulas, e também com livro, vídeos, apostilas, etc.

Ao escolher realização deste curso, preste atenção ao conteúdo, que deve ser completo e abrangente conforme destacados nos próximos itens.

Também este curso oferece certificação.

Além disso, é possível estudar por conta própria, ou fazer uma série de pequenos cursos que, separadamente, sejam úteis para as suas atividades.

Conhecimentos básicos

Como consultor de dívidas, você precisará conhecer ao menos um pouco sobre cada um dos temas listados abaixo para desempenhar seu trabalho adequadamente. E lembre-se: esta é apenas uma lista básica, mas há muitas outras coisas para estudar e aprender.

Economia

Saber o porquê e como as pessoas e empresas freqüentemente estão endividados e também o papel das dívidas em manter a economia de uma família, de uma empresa e de um país girando.

Finanças

Conhecer cálculos de juros e multas, taxas de câmbio e de cartão de crédito, variação inflacionária e outros que afetam as contas normais de indivíduos e empresas.

Direito

Conhecer o funcionamento do Código de Defesa do Consumidor e como você pode utilizá-lo a favor de seu cliente entre outras leis inerentes a inadimplência. Um departamento jurídico é imprescindível e caso o consultor já seja um advogado, melhor ainda!

Técnicas de Negociação

Para ser capaz de negociar as dívidas de seus clientes, aprender no curso e se aprimorar no dia a dia no exercício desta atividade.

Atendimento ao Cliente

Como um profissional autônomo, você também precisa saber tratar adequadamente seus clientes, pois eles são a base de seu negócio. Fornecer informações constantes do andamento das negociações, enfim, dar total assistência.

Gerenciamento de Empresas

Será preciso entender quais serão os custos de seu trabalho, e a partir daí definir o preço cobrado de seus clientes.

Características Pessoais

Além de conhecimentos práticos, existe certo perfil exigido para o consultor de dívidas. Ele precisa ser extremamente discreto e cuidadoso, pois fica responsável pelas finanças de terceiros. Precisa ser paciente para lidar com cobranças e longos períodos de negociação. Precisa enxergar e tratar o cliente de maneira humanizada, pois as pessoas o procuram em um momento de dificuldades e fragilidade. E, como todo profissional autônomo, precisa ter um perfil empreendedor, para trabalhar por conta própria.

Como é possível perceber, são vários os requisitos para se tornar um consultor de dívidas, porém, somente aqueles que se empenham em apresentar um excelente trabalho,  vai se estabelecer profissionalmente e o retorno financeiro vale à pena.

Se você está pensando em perseguir esta carreira, o momento é agora e a oportunidade pode ser esta já que o cenário da inadimplência é cada vez maior em todas as regiões do Brasil.

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Divida Ativa na Consulta CNPJ

Depende muito dos objetivos para realizar consulta CNPJ na internet que hoje em dia facilita completamente as atividades de todos que precisam de informação e pesquisas na logística de qualquer ramo comercial.

Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, com a sigla CNPJ controlado pela receita federal apresenta a consulta CNPJ mais tradicional realizada no site da receita federal que é a Emissão de Comprovante de Inscrição e de situação Cadastral o qual poderá ser pesquisado neste link:

http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/CNPJ/cnpjreva/Cnpjreva_Solicitacao.asp

Através desta consulta CNPJ você vai acessar o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral onde será apresentado o nome da empresa, o titulo fantasia, o código da descrição da principal atividade da empresa, endereço completo e principalmente a situação atual da empresa perante a receita federal.

Nesta consulta CNPJ você também vai saber se a empresa esta ativa, se esta baixada, enfim todas as informações constantes fornecidos em um certificado onde qualquer pessoa tem acesso através do link acima.

Outra consulta CNPJ fundamental

Emanuel newsletter Divida Ativa na Consulta CNPJ

Emanuel Gonçalves da Silva

que muitos relaxam e deixam de fazer é verificar se existem dívidas na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional neste link: http://www.pgfn.fazenda.gov.br/divida-ativa-da-uniao/todos-os-servicos/informacoes-e-servicos-para-pessoa-fisica/consulta-debito/consulta-debito

Através deste link com acesso a consulta CNPJ você poderá realizar e obter consultas e informações relacionadas a dividas inscritas e pendências do cidadão, empresas, estados e municípios.

Portanto não deixe acumular problemas e verifique regularmente sua consulta CNPJ da empresa para verificar as possíveis pendências existentes e assim buscar uma solução antes que seja tarde já que tanto a receita federal como estados e municípios estão recorrendo à justiça cada vez mais freqüentemente para recuperar as dividas existentes tanto no CNPJ como através do CPF de qualquer cidadão.

Por

Emanuel Gonçalves da Silva

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Como ser um Consultor de Dívidas

São mais de 21 anos que temos desenvolvendo esta atividade de Consultor de Dívidas e centenas de experiências vívidas ao longo deste tempo com muito sucesso e agora, através deste curso, estamos reproduzindo o máximo de informações e conhecimentos para quem pretende se tornar um profissional nesta área.

A inadimplência tem dois lados em suas causas para uma avaliação coerente e consciente sem filosofias inúteis nem as maquiagens utilizadas e aplicadas no dia a dia da relação credor x devedor.

consultoria Como ser um Consultor de DívidasO que acontece rotineiramente é um completo e total abuso aplicado pelos fornecedores de produtos e serviços que se aproveitam da falta de conhecimento da população e estes fatos são constatados em todos os segmentos de nossa economia.

Nós temos as leis, mas, faltam informações aos consumidores para fazer valer seus direitos e assim não se deixarem ser explorados escancaradamente como acontece constantemente pelos bancos, cartões de crédito, financeiras, fornecedores e agiotas. Neste curso, Como negociar e ser consultor de dívidas é apresentado passo a passo todas as etapas que envolvem a relação do Consultor com seu cliente e do consultor com os credores dos seus clientes, ensinando de forma pratica e objetiva o caminho das pedras para o exercício de uma profissão totalmente carente em todo Brasil.

Costumo sempre repetir que; “Autoridade é quem tem conhecimento”, quando você está embasado, bem informado e fundamentado é sempre possível se tornar um notório saber neste ou em qualquer tema que venha dar sustentação a sua atividade profissional. O curso Consultor de Dívidas – Online – com acesso em plataforma rica de conteúdo poderá ser conectado em qualquer tempo e local facilitando assim a logística de aprendizado de acordo com sua disponibilidade.
O curso também poderá ser aplicado para você ministrar palestras, para profissionais de cobranças, profissionais de rh, assistentes sociais com efeito multiplicador e também para quem exerce ou pretende ser um consultor de educação e controle financeiro.

Acesse www.consultordedividas.com.br/curso-consultor, faça sua inscrição e comece o quanto antes a desfrutar de um universo único e exclusivo onde transmitimos um enriquecimento de informações e suas legalidades para quem pretende se tornar um consultor especialista em negociação de dívidas.

Dívidas de cartão de crédito e cheque especial aumentam

size 590 978766 002 Dívidas de cartão de crédito e cheque especial aumentam

Quando o assunto é educação financeira, o brasileiro ainda precisa aprender muito. Devido à essa desorganização das finanças, um quarto da população do país está inadimplente e com dívidas caras ligadas à cheques especiais e cartões de crédito.

Um mês de juros do cheque especial, por exemplo, equivale a dois anos de rendimentos da conta poupança. Por isso, é difícil tentar fugir do cheque especial, pois o montante cresce de forma exponencial. Caso o consumidor possua uma reserva de dinheiro, o recomendado é utilizá-la e quitar logo a dívida ou amortizar um parte dela.

Infelizmente, os juros do cheque especial são maiores do que os da poupança. E por isso, não é viável mexer na quantia guardada enquanto se está devendo. É aconselhado que o devedor zere todas as suas economias para quitar as suas dívidas. Depois de resolver as pendências, a pessoas pode utilizar o valor que ia para o pagamento das mesmas e destiná-lo à poupança. De acordo com a pesquisa feita pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), 75% das pessoas que estavam endividadas no mês de agosto tinham débitos com cartão de crédito, estes com taxas de juros mensais de até 10%. Embora estejam cientes desse cenário, as famílias preferem manter o dinheiro aplicado em fundos de investimento ou na poupança, que chegam a render de 0,5% a 1% ao mês. Enquanto este dinheiro está guardado, as dívidas que juros mensais altos estão ativas.

Muitas pessoas que devem pouco, algo como 400 reais por exemplo, não efetuam o pagamento e acabam com o nome sujo. Elas até param de usar a conta pode motivo de esquecimento, pois não têm costume de utilizar o cheque especial.

Mas quando o problema é resolvido logo quando a pessoa recebe a notificação do banco, ela consegue abater parte dos juros, pagando apenas 450 reais por exemplo. O correto é resolver rapidamente, para que aquela dívida não se torne uma bola de neve.

O recomendável é evitar dívidas que envolvem juros altos. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) aconselha fazer o máximo de compras de produtos ou serviços à vista, como o pagamento de restaurantes e compra de roupas. Muitas dessas compras não despertam preocupação, pois possuem um preço baixo. No entanto, elas podem contrair dívidas e se tornarem um valor absurdo no final do mês. E para não perder o controle dos gastos, é importante anotar tudo o que se gasta. Ao não conseguir pagar a fatura, o consumidor opta pelo pagamento da parcela mínima, deixando assim o restante para depois. Nesse caso, a pessoa estará entrando no crédito rotativo do banco, que tem taxas elevadas se comparadas as do mercado.

Em um único mês, os juros do cartão de crédito são 10,7%, ou 238,67% ao ano, segundo dados do levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Já o cheque especial alcança cerca de 161,5% ao ano, ou 8,34% ao mês. Especialistas afirmam que a linha de crédito só deve ser considerada em casos de emergência. O cheque especial não pode ser utilizado por mais de cinco dias. Este só pode ser usado em uma situação de falta de recursos por um pequeno período de tempo, como para pagar uma conta de luz ou água que esteja vencida e você ainda não tenha o dinheiro.

 

 

37% de inadimplentes não pagarão dívida em três meses

imagem 888 37% de inadimplentes não pagarão dívida em três meses

Na pesquisa feita recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 28% dos inadimplentes responderam que não têm condições de pagar a dívida e 37% disseram que não pretendem pagá-las nos próximos três meses.

Mas qual a razão para as contas ficarem em atraso? 3% disseram que terão condição de pagar, mas não tem intenção em quitar a conta; 28% responderam que não têm condições de pagar e 6% disseram que teriam condições de pagar a dívida parcialmente.

Mas porque esses consumidores não pretendem pagar a dívida? Por considerarem o valor da cobrança muito abusivo, 45% dos que não pretendem pagar nem tentarão negociar com o credor. E devido à falta de tempo, 18% que estão com as contas em atraso não têm o hábito de pesquisar preços antes de comprar ou contratar algo. Cerca de 20% dos inadimplentes afirmaram que possuem uma pequena poupança para realizar um sonho futuramente. Já os adimplentes somam apenas 7% do total, o que é um número muito pequeno.

Já os 63% de consumidores entrevistados que estão dispostos a pagar suas dívidas nos próximos três meses, 74% afirmou que tentará negociar com o vendedor. Aproximadamente 13% farão trabalhos extras para complementar a renda e 11% esperam receber dívidas de terceiros. Outros 8% disseram que usariam o 13º salário para cobrir o valor a ser quitado, e apenas 8% do total pretendem economizar nos gastos do dia a dia. A pesquisa também aponta que 60% dos inadimplentes brasileiros são mulheres. Entre os adimplentes, elas representam 52%.

Ao considerar a condição social e a faixa etária da população, é possível perceber uma maior participação da classe C e de consumidores entre 25 e 49 anos, que somam 86% e 65% respectivamente, entre os que possuem contas em atraso. Já os consumidores das classes A e B com dívida representam 14% no Brasil. Cerca de 50% dos inadimplentes é casada, 3% viúvos, 36% solteiros e 10% separados. A pesquisa também aponta que quatro a cada dez inadimplentes, 37% são funcionários de empresas privadas, 13% são desempregados, 8% são aposentados ou pensionistas e 28% são autônomos.

Segundo o SPC, o mau uso do cartão de crédito é o principal responsável pela inadimplência da população brasileira. De cada dez pessoas, seis estão com faturas atrasadas no cartão, sendo que 46% estão com o nome sujo. Ainda no ranking de dívidas atrasadas, os cartões de loja ocupam o segundo lugar, com 48% dos inadimplentes.

Cerca de 51% das dívidas dos consumidores inadimplentes está concentrada entre R$ 500,00 e R$ 2.000,00, sendo que a média total das dívidas em atraso é de R$ 4.007,00.

Essa pesquisa foi realizada pelo SPC e pelo portal “Meu Bolso Feliz’, contando com a participação de 1.245 consumidores em todas as capitais do Brasil. Os inadimplentes considerados na pesquisa são consumidores que possuem pelo menos uma conta com o pagamento atrasado há mais de 90 dias. A coleta de dados foi realizada pela internet, de forma aleatória sem seguir critérios com idade, sexo e classe social. Já a pesquisa pessoal fio realizada próximo a instituições de proteção ao crédito como Boa Vista, Serasa e SPC Brasil, coletando dados de inadimplentes. A margem de erro é de 3,8 pontos porcentuais com uma margem de confiança de 95%.

 

Financiamentos sufocam a renda dos consumidores

imagem 777 Financiamentos sufocam a renda dos consumidores

A economia do país está no limite, e não haverá aumento na remuneração do trabalho formal que acompanhe o alto valor da parcela dos financiamentos feitos pela população.

Hoje, o brasileiro não tem folga no orçamento para ampliar suas compras financiadas de produtos de maior valor, como eletrônicos e automóveis, e corre um grande risco de ficar inadimplente por causa das dívidas. Isso acontece porque a renda do trabalhador com carteira assinada cresce no ritmo do encarecimento da concessão de crédito. Assim, caso haja um aumento no valor dos juros, há um grande risco de faltar renda para pagar a prestação, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

De acordo com o estudo, a prestação de um financiamento no valor de R$ 1.000, concedido ao consumidor nas condições vigentes dos valores de juros e prazos médios de junho desse ano, foi de R$ 39,87. Esta cifra é 3,5% maior do que a prestação de um empréstimo no valor de R$ 38,54, contraído nesse mesmo mês um ano atrás. Essa variação de valor da prestação desconta a inflação, que é medida seguindo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Atualmente, estamos no limite de uma possível pressão de aumento da inadimplência dos brasileiros.

O juro ao consumidor está no maior nível desde abril de 2009, sendo 43% ao ano. E se ele subir, não haverá avanço na renda do trabalho que acompanhe o encarecimento da parcela dos financiamentos.

Em junho, o calote do consumidor nos empréstimos estava em 6,5%. A CNC prevê que o calote fechará o ano de 2014 em 6,9%. Como o mercado de trabalho está perdendo força, há mais condições para que a inadimplência cresça. E com a alta nos juros, a tendência é que a prestação encareça. Em 2013, cerca de 95% das categorias profissionais verificadas pelo Sistema de Acompanhamento de Salários do Dieese conquistaram reajustes de 2,8%, que é um valor acima da inflação para os pisos salariais, representando a metade da correção obtida em 2013. Para este ano, a tendência é que as negociações possam ter um rápido recuo e repitam o nível de reajuste do ano de 2013.

Hoje, o risco de juros altos é o fator que mais contribui para a diminuição das compras financiadas e no risco de não pagamento da dívida. O consumidor se preocupa mais com os juros altos do que com o avanço constante da inflação do país. A CNC prevê uma queda de 1,3% no volume de vendas de bens duráveis para este ano. Mas os juros não são o principal motivo para a queda no número de compras, mas o ambiente econômico como um todo. O consumidor está inseguro com o seu futuro e se estará empregado e tendo uma renda mensal. Ao pensar isso, ele acaba não comprando algo que deseja.

Os analistas não acreditam em uma alta do número de calotes, pois os bancos também estão selecionando de forma mais criteriosa a aprovação do crédito ao consumidor, baseando-se em sua renda. O risco concreto que existe é de uma alta da inadimplência do trabalhador, que está ligada ao futuro surto de desemprego no país. Os gestores de bancos admitem que houve um ligeiro aumento da inadimplência, porém, a perspectiva é de um cenário econômico estável com um leve aumento até o fim do ano de 2014.

 

 

 

Pessimismo do consumidor é impulsionado pela inflação

imagem 666 Pessimismo do consumidor é impulsionado pela inflação

Desde março de 2009, a confiança do consumidor brasileiro está entre os menores patamares, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria. Mas depois de uma pequena melhora no mês de junho, os consumidores voltaram a ficar pessimistas em agosto, devido à alta inflação no Brasil e outros fatores.

Já é de conhecimento geral que nosso país, há muito tempo, vêm sofrendo pela alta inflação, resultado de uma crise. E isso é um dos motivos para a grande preocupação do consumidor, que hoje tem um baixo salário e necessita comprar produtos e alimentos com altos preços.

Isso foi apontado pelo Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec). Este é um índice que sintetiza as expectativas e o sentimento dos consumidores brasileiros em relação à atual situação econômica. Quando maior for o índice, maior será o porcentual de respostas positivas e maior o otimismo. Toda a pesquisa é realizada em parceria com o Ibope Inteligência. Entre os dias 14 e 18 de agosto, 2.002 pessoas em 141 municípios de todo o país foram consultadas.

Segundo a pesquisa, no mês de julho o Inec estava com 109,5 pontos. Já em agosto, o índice alcançou 108,3 pontos, representando uma queda de 1,1%. A pesquisa mostra claramente que a confiança do consumidor está em um nível baixo desde março de 2009, quando problemas na economia começaram a surgir. A média mais alta apontada foi de 111,1 pontos, que foi a maior da história. A boa notícia é que todos os componentes do índice tiveram uma queda relativa entre julho e agosto de 2014, com exceção do que mede a expectativa para compras de produtos com maior valor, tendo uma alta de 3,7%.

As expectativas em relação à inflação recuaram 7,6% em relação a julho, que foi considerada a maior queda do Inec. De acordo com a CNI, os brasileiros estão mais preocupados com a alta dos preços nos próximos meses. Já as expectativas em relação à renda pessoal diminuíram 1,2% e as do desemprego aumentaram 1,4%. Os consumidores também apontaram uma piora de 2,5% na situação financeira das famílias e de 1,6% no endividamento. Hoje, aproximadamente 50% da renda das famílias brasileiras é comprometida devida ao endividamento, o que freia o crescimento do consumo pelas mesmas.

Tendo como base todos esses dados, economistas afirmam que o consumidor deve colocar suas finanças em ordem e procurar deixar de lado o consumo supérfluo do dia a dia. O elevado endividamento dos consumidores impõe muitos limites ao crescimento da economia pelo consumo. Geralmente, o orçamento familiar é devorado por dívidas com taxas de juros elevadas. Segundo dados do Banco Central, as dívidas consumiam 45,73% da renda em12 meses, acumulada até março deste ano, um processo que vem crescendo a cada ano desde 2009.

Comparando os dados atuais com os de agosto de 2013, o Inec caiu cerca de 1,8%. Naquela época, o índice registrou 110,3 pontos. Em relação à esse mesmo mês do ano passado, diminuíram as expectativas de desemprego (-5,9%), situação financeira (-1,7%) e inflação (-8,7%). A melhora aconteceu nos subitens sobre endividamento (0,3%), renda pessoal (0,9%) e compra de bens com valore altos (0,4%). O endividamento dos consumidores não só prejudica a maioria das famílias do país, mas também limita a expansão do nosso PIB. Por isso, pesquisas como essa são importantes para revelarem a situação atual do Brasil.

 

 

 

Inadimplência cresce entre os idosos

magem 444 Inadimplência cresce entre os idosos

Em julho desse ano, a população entre 65 e 84 anos contraiu um número maior de dívidas com pagamento atrasado, aumentando 9,05% em relação a julho de 2013. Devido ao número crescente de concessão de crédito pelos bancos, principalmente para as camadas de menor renda, a inadimplência dos consumidores da terceira idade está crescendo num ritmo acelerado.

Especialistas afirmam que os idosos não agem mais como antigamente. A população da terceira idade está sendo importante para a economia, criando novos hábitos de consumo e se endividando mais.

Outra pesquisa realizada pela Boa Vista Serviços traçou o perfil dos de consumidores inadimplentes com mais 56 anos de idade, que subiu de 13% para 17% logo do primeiro para o segundo trimestre deste ano. No ano passado, o segundo trimestre contabilizava apenas 12%. Já na faixa etária dos 30 a 55 anos, houve uma queda ou estabilidade, indicando que os mais jovens estão pagando suas dívidas. Mas isso pode ser explicado. Comparado aos mais jovens, o número de inadimplentes idosos subiu devido às despesas compulsórias, como gastos com remédios, que não podem ser reduzidas ou evitadas devido às doenças. No caso dos jovens, as dívidas estão ligadas ao consumo de produtos que podem ser adiados.

Apesar de eles terem uma vida mais ativa economicamente, a população da terceira idade tem uma menor flexibilidade na sua renda. Isso porque ela encontra dificuldade para a obtenção de ganhos extras, como para fazer pequenos trabalho ou bicos e enfrenta dificuldades para mudar de empresa, ao contrário do que acontece com os jovens. Por isso, a inadimplência dessa faixa etária, comparada tanto com relação aos jovens como com a população média da população, tende a ser maior. Outro fator da causa da inadimplência apontada pela população idosa é a solicitação de empréstimo do seu nome para outra pessoa comprar algo. Esse é um dos principais motivos, relatado por 11% dos entrevistados, ante 7% entre a média da população.

Outros fator semelhante é a pressão exercida por parentes para fazerem compras de seu interesse. Este é tido como causa da inadimplência para 2% dos idosos, sendo o dobro para a média da população de 1%.

Ao avaliar o tipo de dívida que culminou para a inadimplência dos idosos, destaca-se a pendência com planos de saúde, bancos e seguros, que são responsáveis por 44% do número de pagamentos em atraso, como aponta o SPC Brasil. Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) aponta que os preços dos planos de saúde individuais ou familiares econômicos oferecidos por empresas na cidade de São Paulo compromete cerca de 40% da renda dos idosos com 75 anos.

Para chegar a esses dados de inadimplência, uma mensalidade de R$ 551,04 e uma renda média mensal de R$ 1,448 mil foi considerada para essa faixa etária, segundo os valores atualizados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011 realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Depois das pendências com seguros, planos de saúde e bancos, o segundo maior credo de idosos são empresas que fornecem serviços básicos, como luz, gás e água, e o comércio. Cada um destes dois setores corresponderam a 15% das pendências. E em terceiro e último lugar, os consumidores idosos possuem dívidas em atraso com serviços de comunicação, que somam 14%.

Cartão de crédito – brasileiros erram ao usá-lo

imagem 33 Cartão de crédito – brasileiros erram ao usá lo

De acordo com a pesquisa realizada pelo Guia Bolso, as parcelas da fatura representam cerca de 36% dos gastos no cartão de crédito da população de baixa renda, e 10% equivalem à renda mensal.

Devido ao fenômeno conhecido como “bancarização”, o acesso da população ao sistema financeiro foi ampliado. Porém, a grande maioria dos brasileiros comete erros ao usar cartões de crédito. Esses percentuais são considerados altos, segundo especialistas. Para os consumidores que possuem uma renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, as parcelas comprometem 10% do salário. Já para a classe média, o porcentual é de 8%. E entre os que ganham remunerações acima de R$ 10 mil, elas representam apenas 4%. Para não atrair dívidas para pagar, o recomendável é comprometer apenas 6% da renda mensal para o pagamento das parcelas.

Ao fazer o parcelamento das compras, os consumidores se esquecem que estão transformando a dívida de 30 dias em algo que pode durar até mais de 12 meses. Se isso for combinado com outros compromissos, como o financiamento imobiliário e da compra de automóveis, o parcelamento do cartão de crédito pode fazer com que a pessoa comprometa uma grande parte da renda em gastos fixos, levando-a à inadimplência. Hoje, seis em cada dez brasileiros têm conta em algum banco. Devido à isso, 79,1 milhões de pessoas podem ter acesso a cartões de crédito. O grande problema é que a concessão de crédito é bastante facilitada pelos bancos, que não estabelecem um teto máximo de gastos para o consumidor.

E por causa dos juros altos, em pouco tempo a dívida do cartão de crédito dobra. Não podemos condenar o seu uso, pois ele é um ótimo instrumento para controlar as despesas e conseguir pontos futuramente, que podem ser trocados por produtos e serviços. As compras com valores altos, como eletrodomésticos e passagens aéreas, podem ser parceladas. O que deve ser evitado é o parcelamento de compras menores, como roupas e gastos em mercados e restaurantes.

Mas como não deixar que os gastos fujam do controle? A primeira dica é não levar o cartão de crédito consigo diariamente na sua carteira. Ele deve ser guardado em cada, a fim de evitar compras compulsivas. A segunda dica é possuir apenas dois cartões, caso o consumidor deseje dividir as datas de pagamento. Quantos às parcelas, é preciso controla-las. O consumidor pode elaborar uma planilha de acompanhamento ou usar ferramentas disponíveis na internet.

O Guia Bolso atualiza de forma automática uma planilha de gastos no momento em que o usuário compra algo. Caso perceba que está parcelando muitos suas compras, a pessoas deve mudar imediatamente esse hábito. Além disso, é recomendado pagar a fatura total, e não o valor mínimo. Ao pagar este, os juros começam a aumentar. Se o consumidor já tiver entrado em um crédito rotativo, o caminho mais fácil é procurar uma negociação da dívida com a operadora do cartão de crédito, orientado ou não por um especialista no assunto.

Há um serviço do Procon chamado Programa de Apoio ao Superendividado. Além de oferecer palestrar e informações gratuitas sobre o tema, ele intermedia o consumidor e o credor, sendo este uma empresa, operadores de cartão de crédito ou banco. Na internet, há também muitos outros serviços disponíveis. Caso não consiga uma solução para o problema, procure o aconselhamento de um consultor de dívidas, como o SOS Dívidas, que saberá a melhor solução para o seu problema.