3 Práticas dos Bancos Que Dificultam a Quitação de Dívidas

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É muito comum que qualquer pessoa, em algum momento da vida e por algum motivo, acabe se endividando.

Seja no começo da vida, por falta de experiência em administrar as finanças pessoais, seja por se deslumbrar com um novo cartão de crédito e acabar comprando um shopping inteiro, seja pelo sonho de comprar um carro ou uma casa, que podem acabar saindo caro demais quando se perde o emprego.

De qualquer forma, endividar-se não seria um problema, se sair da dívida fosse tão fácil quanto entrar. A boa vontade e a disposição de cortar custos e economizar, infelizmente, não são suficientes quando os bancos estão contra nós.

E é por isso que preparamos este post. Aqui, 3 práticas das instituições financeiras e de crédito que dificultam a quitação de dívidas.

A quitação de dívidas seria mais fácil, se….

Pudéssemos escolher o valor da parcela…

Muitas vezes, os bancos e instituições financeiras que nos emprestam dinheiro ou financiam bens não nos dão alternativas adequadas de verdade ao nosso orçamento.

Oferecem opções de planos de pagamento em 12, 24, 36 e 48 vezes, quando podiam ser mais flexíveis e deixar o próprio cliente escolher o valor que deseja pagar por mês, por mais que isso torne o plano mais longo.

Escolher a parcela que melhor cabe em nosso orçamento reduziria e muito a inadimplência.

Afinal, o consumidor poderia escolher o valor de modo a ainda ser possível pagar a prestação mesmo em épocas de maior dificuldade.

Fossem mais flexíveis na renegociação de dívidas

A quitação de dívidas seria bem mais fácil se as instituições financeiras e empresas de cobrança fossem mais flexíveis na hora de acertar o pagamento de parcelas atrasadas.

Na hora da quitação de dívidas, nem sempre dispomos do dinheiro necessário para quitar tudo que ficou atrasado. No entanto, é como os bancos e empresas de cobrança cobram o devedor.

Não oferecem planos de parcelamento, renegociação ou refinanciamento para o cliente, dificultando ainda mais a quitação de dívidas e perpetuando um ciclo vicioso de endividamento.

Pudéssemos “amortizar” a dívida aos poucos

Aqui está uma prática simples e fácil que se usa frequentemente em operações de penhor: amortizar a dívida.

Nessas operações, você não tem uma parcela fixa a pagar todo mês: você tem que pagar, no mínimo, os juros acumulados de um mês para o outro e, de resto, você tem liberdade para escolher o quanto quer pagar.

Assim, se você colocou joias no penhor e tem uma dívida de R$2.000 para recuperar as joias, você pode pagar hoje R$200 e amortizar a dívida em R$200 (ou seja, quitar R$200 de uma dívida de R$2.000, devendo apenas R$1.800).

Mês que vem, não tendo os R$200, você pode pagar apenas R$100 e sua dívida cai para R$1.700. Lembrando que, de um mês para o outro, também haveria juros a acertar, mas o valor é relativamente acessível.

Se as empresas de cobrança, em vez de cobrar parcelas atrasadas, permitissem a amortização flexível da dívida, seria muito mais fácil fazer a quitação de dívidas. Por exemplo: você está com 4 parcelas do seu carro atrasadas.

Cada parcela é R$500, o que significa que você está devendo R$2.000 (4 x R$500).

Esse valor até agora, no entanto, já pode estar em R$2.500 ou até mais por conta dos juros de 4 meses de atraso.

Na hora de cobrar a quitação de dívidas, eles vão cobrar o valor da parcela atualizada. A parcela que, originalmente, era de R$500, já pode estar bem mais cara.

Naquele momento, você pode não ter o valor necessário para quitar uma parcela. No entanto, você pode ter o relativo a meia parcela e isso já diminuiria sua dívida.

A verdade é que as instituições financeiras e empresas de cobrança não têm interesse em facilitar a quitação de dívidas para o devedor.

O que é uma grande besteira, porque acabam precisando oferecer grandes descontos, depois de longos períodos de atraso, para não se verem no prejuízo ou, no caso de bens de garantia, são obrigados a penhorar seu bem e, nem sempre, receber o valor da dívida.

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Tenha um ótimo dia! =) 

Emanuel Gonçalves
Emanuel Gonçalves
Emanuel Gonçalves é Fundador do blog SOS Dividas, especialista com mais de 20 anos no mercado como consultor financeiro, também Autor do Ebook " Como Negociar Dívidas" que vem ajudando milhares de Brasileiros a saírem do vermelho e reestrutura sua vida financeira.

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